Ministério da Cultura, Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, VIVO e BNDES apresentam

Duo a Zero - Alexandre Gismonti e Jean Charnaux - Participação: Zeca Assumpção

Bar Semente Circuito Semente

Duo a Zero - Alexandre Gismonti e Jean Charnaux - Participação: Zeca Assumpção

Herdeiro natural de Egberto, Alexandre inaugura o Circuito Semente de 2016, trazendo seu duo com outro ás do violão: Jean Charnaux. No repertório, releituras da obra de Egberto, e também músicas autorais dos dois violonistas virtuoses. 

MAIS INFORMAÇÕES:

Tel: (21) 2507-5188 / (21) 99781-2451 (reservas)
Capacidade: 70 lugares
Entrada: R$ 30,00
Ingressos no local. Pagamento com dinheiro ou cartão de débito.
Estacionamento: a casa indica o estacionamento da Fundição Progresso (funcionamento 24h).

ENDEREÇO:

Rua Evaristo da Veiga, 149 - Centro

Release

ALEXANDRE GISMONTI

Violonista, é filho de Egberto Gismonti, e o acompanha em turnês nacionais e internacionais desde 1997. Em 2009, gravou seu primeiro disco, em duo com Egberto, intitulado Saudações, lançado pelo ECM Records, selo que já o convidou a lançar um trabalho solo, atualmente em fase de elaboração. Em 2010, com sua carreira solo também em ascensão, lançou o disco Baião de Domingo, que lhe rendeu a indicação para o Prêmio da Música Brasileira 2010, na categoria Revelação. No mesmo ano, saiu em turnê pelo Reino Unido, Canadá e Estados Unidos, integrando o projeto americano International Guitar Night (2010/2011). Fruto desse trabalho, registrou o disco IGN V, junto aos violonistas de renome internacional Brian Gore, Pino Forastiere e Clive Carroll. Como compositor, teve obras suas selecionadas para o Guarulhos instrumental (São Paulo, 2007), Festival TIM de Choro Casa do Gílson (Belém, 2007), World Guitar Competition (Sérvia, 2012) e Projeto Novas, este último por dois anos consecutivos (Rio de Janeiro, 2012/2013). Em 2015, obteve o primeiro lugar no Festival de Música das Radios MEC e Nacional com sua composição Na Pressão, interpretada pelo Duo a Zero (formado pelos violonistas Alexandre Gismonti e Jean Charnaux). Como arranjador, trabalhou no disco Golfinho Gaivota da compositora Lourdes Ábido, lançado em 1997, que ganhou a interpretação da cantora Jane Duboc. Em 2015, foi o arranjador do Projeto Terra Brasilis de autoria da soprano brasileira radicada na Itália, Isabel Barbosa. Como intérprete, entrou para a lista dos melhores músicos instrumentais brasileiros ao ser selecionado para o 7º Prêmio VISA de Música Brasileira (São Paulo, 2004). Destaca-se, ainda, como educador, tendo ministrado palestras e workshops no Brasil e exterior. Em 2009, ministrou o curso Ritmos Brasileiros na Usina de Arte João Donato (Rio Branco/Acre). Levou essa mesma oficina aos EUA - lecionando no California Brazil Camp e na Universidade de Milwaukee, ambas em 2011 - e, na UNIRIO, em 2015, apresentou-a no Programa Intercâmbios.

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JEAN CHARNAUX

Formado em violão clássico pela UFRJ, vem se aprimorando há mais de dez anos com mestres renomados como Hélio Delmiro, Guinga e Marcus Tardelli. Conta, nessa caminhada, com a experiência de sua passagem pela Los Angeles Music Academy nos Estados Unidos, onde teve aulas com Frank Gambale e Jeff Richman. Foi indicado, na categoria Revelação, ao 26° Prêmio da Música Brasileira, por seu álbum de estreia Matrizes. Acompanhado da cantora americana Dione Warwick, participou da turnê de Emilio Santiago em teatros municipais pelo Brasil, assim como se apresentou ao lado de Guinga em diversos festivais nacionais e internacionais, e, ainda, de artistas como João Bosco, Fátima Guedes, Leila Pinheiro, Zé Paulo Becker, Caio Marcio, Alexandre Gismonti e Marcos Ariel. Participou da turnê Brazilian Night, por várias cidades da Alemanha, ao lado de importantes nomes do violão brasileiro. Foi arranjador e músico de faixa título do álbum Transparente de Fátima Guedes, disco que contou com as participações de Gilson Peranzzetta, Dori Caymmi, Itamar Assiere e Nelson Faria. Atualmente, é o arranjador desse trabalho de Fátima, excursionando com ela em turnês por todo o Brasil.

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ZECA ASSUMPÇÃO

Estudou música, arranjo e composição na Berklee College of Music, em Boston. Tocou e/ou gravou com Victor Assis Brasil, Elis Regina, Luiz Eça, Chico Buarque, Nelson Ayres, Edu Lobo, Michel Legrand, Caetano Veloso, Toots Stileman, Benny Carter, Enrico Rava, Dorival Caymmi, Eliseth Cardozo, entre outros. Trabalhou com Hermeto Pascoal durante quatro anos. Foi integrante do quinteto de Radamés Gnatalli. Fez arranjos para Virginia Rodrigues, Carlinhos Vergueiro, Sueli Costa, Alquimia, Piazzolando, Heloisa Fernandes, Flautistas da Proarte. Tocou com Egberto Gismonti durante aproximadamente 20 anos. Atuou no projeto Jobim Sinfônico, no Brasil e nos EUA. Recentemente, gravou com Heloisa Fernandes, Weber Lopes, e participa do trio Mani Padme e do Trio+1 com Benjamim Taubkin. Estreou como autor de trilha sonora com o documentário Amazon Encounter de Neville de Almeida e David Guper. Dividiu a trilha sonora do longa Matou a Família e foi ao Cinema de Nevile de Almeida com Armandinho. Recebeu o prêmio de Melhor Trilha Sonora no 23º Festival de Cinema de Brasília, com o filme Barrela de Marco Antonio Cury. Para Haroldo Marinho, criou as trilhas para o documentário Centro do Rio e para o longa Demoninho de Olhos Pretos. Foi professor nos cursos de verão Civebra (Brasília), em 2013 e 2014, e no Festival de Música de Londrina, em 2015.

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