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Melhores Baixos para Iniciante: 8 Ótimas Opções

Comparamos 8 modelos Atualizado em 22/set

Existe uma pergunta que decide o primeiro contrabaixo e quase nunca aparece na hora da compra: o instrumento é ativo ou passivo? Baixo ativo tem um pré-amplificador embutido, e pré-amplificador funciona com uma pilha de 9 V. Quando ela acaba, o baixo emudece no meio do ensaio.

Abrimos a ficha oficial de 7 marcas de contrabaixo de entrada vendidas no Brasil, em 13 modelos com ficha viva. Apenas 2 dessas 7 escrevem na ficha do produto que o instrumento tem bateria. Contando manual oficial, são 3: a Yamaha publica a pilha de 9 V, tipo 6LR61 ou 6F22, só no Manual do Proprietário em português, nunca na ficha nem na página do produto. E apenas 1 marca em 7 manda a bateria dentro da caixa. Peso: nenhum dos 13 modelos publica. Altura de cordas de fábrica: nenhuma das sete marcas publica. País de fabricação: uma em sete.

Nossa indicação para a maioria é o Yamaha TRBX174, que junta a melhor nota da lista com um circuito passivo sem pilha para administrar. O baixo mais avaliado da coleta é a Squier Debut Collection, com 1.092 avaliações, e ela entra no meio da lista por um motivo que explicamos na ficha dela: a única página oficial do modelo está na loja europeia da Fender. Quem quer a eletrônica ativa já resolvida na caixa deve olhar o Giannini GB-200A.

Índice
Nossa escolha
Yamaha TRBX174 Contrabaixo Elétrico 4 Cordas, Circuito Passivo
Yamaha

Yamaha TRBX174 Contrabaixo Elétrico 4 Cordas, Circuito Passivo

4,8de 5 estrelas na Amazon(790 avaliações)

A melhor nota da seleção, num circuito passivo que dispensa pilha e numa das duas fichas mais detalhadas do levantamento.

Melhores Baixos para Iniciante: Comparativo Rápido

Yamaha TRBX174 Contrabaixo Elétrico 4 Cordas, Circuito Passivo
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Yamaha TRBX304 Contrabaixo Elétrico 4 Cordas, Circuito Ativo
2. Yamaha TRBX304 Contrabaixo Elétrico 4 Cordas, Circuito Ativo
Melhor Equalizador Ativo de 2 Bandas
4,5de 5 estrelas na Amazon
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Squier by Fender Affinity Series Precision Bass PJ, 4 Cordas, Passivo
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Squier by Fender Limited Edition Debut Collection Precision Bass, Sonic Blue
4. Squier by Fender Limited Edition Debut Collection Precision Bass, Sonic Blue
Melhor Base de Avaliações
4,5de 5 estrelas na Amazon
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Squier by Fender Affinity Series Jazz Bass, 4 Cordas, Passivo
5. Squier by Fender Affinity Series Jazz Bass, 4 Cordas, Passivo
Melhor Pestana de 38,1 mm
4,6de 5 estrelas na Amazon
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Ibanez GSR205 GIO Contrabaixo Elétrico 5 Cordas, Corpo de Okoume
6. Ibanez GSR205 GIO Contrabaixo Elétrico 5 Cordas, Corpo de Okoume
Melhor Baixo de 5 Cordas
4,7de 5 estrelas na Amazon
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Squier by Fender Sonic Precision Bass, 4 Cordas, Um Captador
7. Squier by Fender Sonic Precision Bass, 4 Cordas, Um Captador
Melhor Entrada Catalogada para o Brasil
4,4de 5 estrelas na Amazon
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Giannini Standard GB-200A TBL Contrabaixo 4 Cordas, Circuito Ativo 9 V
8. Giannini Standard GB-200A TBL Contrabaixo 4 Cordas, Circuito Ativo 9 V
Melhor Bateria Declarada na Ficha
5,0de 5 estrelas na Amazon
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Como escolher o primeiro contrabaixo?

Cinco pontos resolvem a escolha, e o primeiro deles é o que quase nenhuma ficha conta.

Ativo ou passivo, e a pilha de 9 V que some da ficha

Passivo é o instrumento sem eletrônica alimentada: o sinal sai dos captadores direto para o cabo, e os controles são volume e tone. Ativo tem um pré-amplificador dentro do corpo, costuma trazer equalizador de grave e agudo e depende de uma pilha de 9 V para funcionar. Sem a pilha, o ativo não passa sinal. Reconhecer qual é qual pela ficha exige atenção: se você vê equalizador, controle de grave, controle de agudo ou a palavra balance, quase certamente há bateria envolvida, mesmo que ninguém escreva isso. Só 2 das 7 marcas declaram a bateria na própria ficha, e apenas o Giannini GB-200A a manda na caixa. O pior caso da lista é o Ibanez GSR205: a ficha marca os dois captadores como passivos e põe o Phat II no campo de equalizador, que a mesma página descreve como um reforço de graves ativo, sem citar bateria nem 9 V em nenhum lugar. Se a sua escolha for ativa, compre uma pilha de 9 V junto e tenha uma reserva no estojo.

Escala de 34 polegadas em todos, e a pestana como único ajuste de conforto

Vale desfazer uma expectativa comum logo: neste recorte não existe baixo de escala curta. Os 13 modelos com ficha do levantamento publicam 34 polegadas, o equivalente a 864 mm, sem uma exceção, inclusive o degrau mais barato da Squier. Quem tem a mão pequena não vai encontrar aqui um braço mais curto, e sim um braço mais estreito. Todos os oito instrumentos desta seleção publicam a largura da pestana, o que é raro e permite comparar de verdade. Os valores vão de 38 mm no Giannini e 38,0 mm no Yamaha TRBX304 até 45 mm no Ibanez GSR205, que é de 5 cordas. Dentro da mesma linha da Squier a diferença já aparece: 41,3 mm no Precision PJ contra 38,1 mm no Jazz Bass.

Quatro cordas ou cinco

Quatro cordas é o padrão de entrada, e sete dos oito instrumentos desta lista são assim. A quinta corda é grave e amplia a extensão para baixo, mas cobra em largura de braço e em peso de encordoamento: o único de 5 cordas daqui tem pestana de 45 mm, contra 38 mm a 41,3 mm nos de quatro. Para quem nunca tocou, quatro cordas reduz o número de coisas novas ao mesmo tempo. Se você já sabe que o repertório pede a corda grave, a opção de 5 cordas está aqui, e vale entrar nela sabendo da questão da bateria.

O nome da linha diz mais que o nome do modelo, e nem toda linha chega ao Brasil

Na Squier são quatro linhas, nesta ordem: Debut Collection, Sonic, Affinity e Classic Vibe. Quem ordena não é o campo de série da ficha, que apenas nomeia a linha, e sim a própria Fender, na tabela da loja dela. A Debut Collection é a entrada da entrada, e as quatro diferenças dela para o degrau de cima estão todas na ficha: pestana de plástico em vez de osso sintético, acabamento satin em vez de brilhante, chapa de braço sem a marca e nenhuma linha de acessório. Só que a loja que a Fender serve ao Brasil não cataloga nenhum modelo Debut, e a ficha desse baixo vive na loja europeia, onde a linha inteira é edição limitada. Por isso o Sonic Precision continua sendo o baixo de entrada que a marca assume vender para cá. Na Yamaha, o salto do 174 para o 304 é de circuito passivo para ativo, não de acabamento. E cuidado com nome encurtado: o anúncio do Affinity corta o PJ, que é exatamente o captador Jazz da ponte.

O que nenhuma ficha traz, e onde o dado às vezes se esconde

Peso: nenhum dos 13 modelos com ficha publica, num instrumento que fica pendurado no ombro por horas. Altura de cordas de fábrica: zero de sete marcas. País de fabricação: uma em sete, e é o Giannini, que escreve que o produto é importado da China. Nenhuma das sete tem página de garantia no site oficial: o maior prazo brasileiro do levantamento, 12 meses da Yamaha, mora dentro de uma resposta de FAQ. E há um detalhe que vale para toda compra deste nicho: um instrumento de marca nacional que passou pelo levantamento não traz escala, pestana, raio nem ponte na ficha, mas publica todos esses números nas respostas da própria marca a perguntas de clientes, no rodapé da página do produto. Antes de concluir que o fabricante não informa, role a página até o fim. Sem peso publicado, sobra experimentar na loja ou aceitar a incerteza. Sem altura de cordas publicada, conte com uma passagem pelo luthier logo nas primeiras semanas e some esse ajuste ao orçamento de começar, junto com o amplificador de estudo.

As 8 Melhores Baixos para Iniciante

1º · Melhor no Geral
Yamaha TRBX174 Contrabaixo Elétrico 4 Cordas, Circuito Passivo

Yamaha TRBX174 Contrabaixo Elétrico 4 Cordas, Circuito Passivo

4,8de 5 estrelas na Amazon(790 avaliações)Yamaha

A melhor nota da seleção, num circuito passivo que dispensa pilha e numa das duas fichas mais detalhadas do levantamento.

Melhor para: Quem quer o primeiro baixo sem eletrônica para administrar e com a ficha mais detalhada da seleção.

  • Escala de 863,6 mm, equivalente a 34 polegadas, publicada nas duas unidades
  • Circuito passivo: dois volumes e um tone, sem equalizador e sem pilha
  • Pestana de 40,0 mm na casa zero e 56,4 mm na casa doze
  • Espessura do braço publicada na primeira e na décima segunda casa: 21,0 mm e 24,4 mm
  • 24 trastes de tamanho medium, raio de 250 mm e espaçamento de cordas de 19 mm

São 4,8 de nota em 790 avaliações. É a melhor nota desta seleção, e a segunda maior base de opinião, atrás apenas da Squier Debut, que tem 1.092. Nota alta com base grande é a combinação que raramente aparece junta nesta faixa.

A ficha acompanha. A Yamaha publica escala de 863,6 mm, pestana de 40,0 mm na casa zero e 56,4 mm na casa doze, espessura de braço em duas posições, raio de 250 mm, 24 trastes medium, espaçamento de 19 mm na ponte e encordoamento de fábrica de 0.045 a 0.105. Entre as sete marcas abertas no levantamento, quatro publicam o comprimento de escala em milímetros.

O ponto que define este modelo para quem nunca teve um baixo é o circuito. Ele é passivo: os controles são volume do captador do braço, volume do captador da ponte e tone geral. Não há equalizador embutido, não há chave de ativo e passivo, e não existe pilha para acabar no meio do ensaio. Quem quer o instrumento mais simples de conviver começa por aqui.

A captação é mista: um split single-coil no braço e um single-coil na ponte, os dois com ímã cerâmico. O mercado chama esse arranjo de PJ, sigla que a Yamaha não usa na tabela. O corpo é de mahogany e o braço de maple parafusado, com espelho de rosewood.

O que a marca não conta: peso, itens inclusos e país de montagem. A linha de acessório da tabela da série vem vazia para todos os modelos. A garantia brasileira de 12 meses existe, três meses de garantia legal mais nove adicionais, mas está publicada dentro de uma pergunta da FAQ de suporte, e o endereço de garantia do site redireciona para o índice. Quem responde pela marca aqui é a Yamaha Musical do Brasil, registrada como comércio atacadista e descrita pela própria empresa como importadora e revendedora.

Prós
  • Melhor nota desta lista, 4,8, apoiada em 790 avaliações
  • Passivo: nenhuma pilha de 9 V para trocar ou esquecer
  • Escala de 863,6 mm, pestana de 40,0 mm e raio de 250 mm publicados
Contras
  • A tabela da série não tem linha de peso, e nenhuma das sete marcas publica esse dado
  • A linha de itens inclusos vem vazia para a série inteira
  • Os 12 meses de garantia só aparecem dentro da FAQ, e não existe certificado para baixar
2º · Melhor Equalizador Ativo de 2 Bandas
Yamaha TRBX304 Contrabaixo Elétrico 4 Cordas, Circuito Ativo

Yamaha TRBX304 Contrabaixo Elétrico 4 Cordas, Circuito Ativo

4,5de 5 estrelas na Amazon(274 avaliações)Yamaha

O irmão ativo do primeiro colocado, com equalizador de 2 bandas e seletor de cinco posições, e com a pilha de 9 V escondida no manual em vez da ficha.

Melhor para: Quem quer ajustar grave e agudo no próprio instrumento e não se incomoda de controlar a pilha.

  • Equalizador ativo de 2 bandas, grave e agudo, com seletor de cinco posições
  • Pilha de 9 V do tipo 6LR61 ou 6F22, informada no Manual do Proprietário
  • Pestana de 38,0 mm, mais estreita que a do modelo passivo da mesma série
  • Dois captadores humbucker de ímã cerâmico, com balanceador entre eles
  • Braço de cinco lâminas em maple e mahogany, escala de 863,6 mm

Nota 4,5 em 274 avaliações, a terceira maior base desta seleção. É o degrau ativo da mesma série do primeiro colocado, e a diferença entre os dois não é acabamento: é eletrônica.

Aqui os controles são volume geral, balanceador entre os captadores, equalizador de 2 bandas para grave e agudo e uma alavanca de cinco posições com ajustes prontos. Isso tudo é circuito ativo, e circuito ativo funciona com pilha. Sem ela, o instrumento não passa sinal.

E é aí que a ficha falha. A tabela de especificação da série não traz uma palavra sobre bateria, e a página do produto também não. A tensão e o tipo, pilha de 9 V do padrão 6LR61 ou 6F22, saem apenas no Manual do Proprietário em português, num PDF que fica na aba de manuais e documentos. Só duas das sete marcas do levantamento escrevem isso na própria ficha; contando manual oficial, são três, e esta é a terceira.

No resto, o padrão Yamaha se mantém: escala de 863,6 mm, pestana de 38,0 mm na casa zero, espessura de braço publicada em duas posições, 24 trastes medium, raio de 250 mm, ponte die-cast com 19 mm de espaçamento e encordoamento de fábrica D'Addario EXL170, de 0.045 a 0.100. O braço é de cinco lâminas alternadas em maple e mahogany, contra a peça única do modelo passivo.

Peso, itens inclusos e país de montagem seguem fora da tabela, como em toda a série. Vale a mesma observação de garantia: 12 meses no Brasil, publicados dentro da FAQ, sem página própria e sem certificado disponível para download.

Prós
  • Equalizador ativo de 2 bandas com seletor de cinco posições
  • Terceira maior contagem de avaliações da lista, 274
  • Pestana de 38,0 mm e espessura de braço publicadas em duas posições
Contras
  • A ficha e a página do produto não mencionam a pilha de 9 V: o dado só existe no manual em PDF
  • Sem peso, sem itens inclusos e sem país de montagem publicados
  • A garantia de 12 meses mora numa resposta de FAQ, não em página de garantia
3º · Melhor Captação PJ
Squier by Fender Affinity Series Precision Bass PJ, 4 Cordas, Passivo

Squier by Fender Affinity Series Precision Bass PJ, 4 Cordas, Passivo

4,5de 5 estrelas na Amazon(238 avaliações)Squier

O Precision da terceira linha da Squier, com o captador Jazz de ponte que o nome do anúncio corta fora e a pestana mais larga entre os de 4 cordas desta lista.

Melhor para: Quem quer dois captadores, dois volumes e o braço mais largo entre os de 4 cordas daqui.

  • Captação PJ: split single-coil no braço e single-coil Jazz na ponte, ímãs cerâmicos
  • Dois volumes independentes e um tone geral, circuito passivo
  • Escala de 864 mm, equivalente a 34 polegadas
  • Pestana de 41,3 mm em osso sintético, a mais larga entre os de 4 cordas desta lista
  • 20 trastes medium jumbo e raio de 241 mm

Nota 4,5 em 238 avaliações, e um instrumento que a Fender cataloga para o Brasil, o que nem todo Squier desta lista pode dizer. Na hierarquia da marca, a Affinity é o terceiro degrau de quatro: vem depois da Debut Collection e do Sonic, e antes da Classic Vibe.

Comece pelo nome, porque o anúncio o encurta. O nome oficial é Precision Bass PJ, e o PJ não é enfeite: significa que existe um captador single-coil de Jazz Bass na ponte além do split do braço, e que o baixo tem dois volumes em vez de um. Comparado aos dois Precision de captador único desta lista, é outro instrumento.

O circuito é passivo, e a ficha deixa claro: os controles são volume um para o captador do braço, volume dois para o da ponte e tone geral, com o campo de chaveamento marcado como inexistente. Não há pilha nesta configuração.

As medidas publicadas são escala de 864 mm, pestana de 41,3 mm em osso sintético, 20 trastes medium jumbo, raio de 241 mm, ponte de quatro selas e encordoamento de fábrica de .045 a .105. Entre os sete instrumentos de 4 cordas desta lista, esta é a pestana mais larga, e é o número que decide para quem tem a mão grande ou toca com os dedos.

Um detalhe que a tabela da página esconde: na Squier a madeira do espelho faz parte da variante de cor, e a tabela carrega por padrão a variante azul, com espelho de indian laurel. O rótulo oficial da variante branca, que é a do anúncio, traz maple. A marca também não publica peso, não publica origem e não publica prazo nem canal de garantia para o Brasil, e escreve na própria ficha que a capa recomendada não acompanha o instrumento.

Prós
  • Captação PJ com dois volumes independentes, mais versátil que um captador único
  • Pestana de 41,3 mm, a mais larga entre os de 4 cordas desta lista
  • Escala de 864 mm e raio de 241 mm publicados, com pestana em osso sintético
Contras
  • A tabela da página serve a variante azul, com espelho de indian laurel, e não a cor do anúncio, que sai com maple
  • O nome do anúncio corta o PJ, que é justamente o captador da ponte
  • Sem peso, sem origem e sem prazo de garantia com canal brasileiro
4º · Melhor Base de Avaliações
Squier by Fender Limited Edition Debut Collection Precision Bass, Sonic Blue

Squier by Fender Limited Edition Debut Collection Precision Bass, Sonic Blue

4,5de 5 estrelas na Amazon(1.092 avaliações)Squier

O baixo mais avaliado de toda a coleta e o passivo mais simples do levantamento, com uma ficha completa que só existe na loja europeia da Fender.

Melhor para: Quem quer o passivo mais simples possível e aceita que a ficha do produto só exista em loja de outro mercado.

  • A maior base de avaliações desta lista: 1.092
  • Circuito passivo com um volume e um tone, sem equalizador, sem balanceador e sem pilha
  • Escala de 864 mm, equivalente a 34 polegadas, segundo a ficha da loja europeia da Fender
  • Pestana de 38,1 mm em plástico, contra osso sintético nas outras três linhas da marca
  • 20 trastes de perfil narrow tall, raio de 241 mm e corpo de poplar em acabamento satin

São 4,5 de nota em 1.092 avaliações. É a maior base de opinião desta lista com folga, quase 40 por cento acima do segundo colocado nesse quesito. E, mesmo assim, este não é o primeiro colocado da página. O motivo está em de onde a ficha saiu.

A ficha existe e é completa, mas está publicada na loja europeia da Fender, e lá o produto é rotulado como edição limitada. A loja que a Fender serve ao Brasil não lista nenhum modelo desta linha: os Precision Bass que ela cataloga aqui são o Affinity PJ, o Affinity PJ em kit, o Sonic, o Mini, três Classic Vibe e o Paranormal Thinline. Consequência prática, e é a regra da casa: toda spec deste bloco vem da loja europeia, e nenhuma afirmação sobre garantia ou conteúdo de caixa no Brasil pode sair dela.

O nome também pede correção. A linha se chama Debut Collection, e o campo de série da ficha traz exatamente isso. Não existe Debut Series em fonte Fender. E o degrau dela é o mais baixo: a ordem das quatro linhas da Squier não sai do campo de série, que só nomeia a linha, e sim da própria Fender, na tabela da loja dela. A sequência é Debut Collection, Sonic, Affinity e Classic Vibe.

O que a ficha mostra é uma comparação limpa com o Sonic, o degrau logo acima. Captador, escala de 864 mm, raio de 241 mm, 20 trastes narrow tall e pestana de 38,1 mm são iguais nos dois. O corte de custo aparece em quatro lugares: a pestana é de plástico, enquanto Sonic, Affinity e Classic Vibe usam osso sintético; o corpo e o braço têm acabamento satin em vez de brilhante; a chapa de braço de quatro parafusos vem sem a marca, que as outras três linhas publicam; e a ficha não traz uma única linha de acessório, nem o campo que as irmãs usam para dizer que a capa não acompanha.

A favor dela, no argumento central desta página: é passivo puro. Os controles são um volume e um tone, o chaveamento está marcado como inexistente, e não há pilha de 9 V em lugar nenhum. Duas ausências completam o quadro: peso não é publicado, e a ficha chega a ter um bloco chamado medidas que contém apenas tamanho de traste e comprimento de escala; origem de fabricação também não. E não se iluda com o degrau de entrada: a escala é de 864 mm, longa, como nos 13 modelos com ficha deste levantamento.

Prós
  • A maior base de avaliações desta lista, 1.092
  • Passivo puro: um volume, um tone e nenhuma pilha de 9 V
  • Escala de 864 mm, pestana de 38,1 mm, raio de 241 mm e 20 trastes publicados
Contras
  • A única ficha oficial do modelo está na loja europeia da Fender, onde a linha inteira é edição limitada
  • A loja que a Fender serve ao Brasil não lista nenhum modelo desta linha, então não há garantia nem conteúdo de caixa publicados para cá
  • Pestana de plástico, contra osso sintético nas outras três linhas, e a única ficha Squier do levantamento sem nenhuma linha de acessório
5º · Melhor Pestana de 38,1 mm
Squier by Fender Affinity Series Jazz Bass, 4 Cordas, Passivo

Squier by Fender Affinity Series Jazz Bass, 4 Cordas, Passivo

4,6de 5 estrelas na Amazon(156 avaliações)Squier

Mesma linha e mesma construção do Precision PJ, com pestana 3,2 mm mais estreita e dois captadores de Jazz Bass.

Melhor para: Quem tem a mão pequena ou vem do violão e quer um braço fino com dois captadores.

  • Pestana de 38,1 mm em osso sintético
  • Dois captadores single-coil de Jazz Bass, ímãs cerâmicos, configuração SS
  • Escala de 864 mm e raio de 241 mm
  • 20 trastes medium jumbo, corpo de poplar e braço de maple parafusado
  • Circuito passivo com dois volumes e um tone

Nota 4,6 em 156 avaliações. É a melhor nota entre os quatro Squier desta lista, acima dos 4,5 dos dois Precision de linha Affinity e Debut e dos 4,4 do Sonic.

A diferença que importa em relação ao Precision da mesma série está na primeira casa. A pestana aqui tem 38,1 mm, contra 41,3 mm do outro. São 3,2 mm de diferença, mesma marca, mesma linha, mesma escala, e é o número que muda o conforto para quem tem a mão pequena ou vem do violão.

A captação também muda: são dois single-coil de Jazz Bass, um no braço e outro na ponte, em vez do par misto do Precision PJ. Os controles são os mesmos dois volumes e um tone, e o circuito é passivo, com o campo de chaveamento marcado como inexistente na ficha.

O resto da construção é idêntico à irmã: corpo de poplar com acabamento brilhante, braço de maple parafusado em perfil C, 20 trastes medium jumbo, raio de 241 mm, ponte de quatro selas, tarraxas vintage e encordoamento de fábrica de .045 a .105. Nesta variante o espelho é de maple, segundo o rótulo oficial da cor.

As ausências são as mesmas de toda a Squier no levantamento. Não há peso, não há país de fabricação, não há ficha em português do Brasil e não há prazo de garantia com canal brasileiro publicado. A ficha declara, pela negativa, que a capa recomendada não vem incluída, detalhe de embalagem que a maior parte das fichas deste nicho simplesmente omite.

Prós
  • Pestana de 38,1 mm, 3,2 mm mais estreita que a do Precision da mesma série
  • Nota 4,6, a melhor entre os quatro Squier desta lista
  • Escala de 864 mm e raio de 241 mm publicados em duas unidades
Contras
  • Base de avaliações menor que a do Precision da mesma linha, 156 contra 238
  • Sem peso, sem origem e sem canal de garantia brasileiro publicado
  • Não existe ficha em português do Brasil para esta marca
6º · Melhor Baixo de 5 Cordas
Ibanez GSR205 GIO Contrabaixo Elétrico 5 Cordas, Corpo de Okoume

Ibanez GSR205 GIO Contrabaixo Elétrico 5 Cordas, Corpo de Okoume

4,7de 5 estrelas na Amazon(238 avaliações)Ibanez

O único de 5 cordas da seleção, com a ficha mais detalhada em medidas e a mais contraditória em circuito, ponte e madeira.

Melhor para: Quem já decidiu que quer a corda grave extra e vai conferir a pilha antes de sair de casa.

  • 5 cordas, com afinação de fábrica de si grave a sol publicada
  • Pestana de 45 mm, a mais larga desta lista, e 67 mm na vigésima segunda casa
  • Escala de 864 mm e raio de 305 mm
  • Dois humbuckers Dynamix H, modelo nomeado na ficha
  • Espessura do braço publicada na primeira e na décima segunda casa: 21 mm e 22 mm

Nota 4,7 em 238 avaliações, e o único instrumento de 5 cordas da seleção. A corda extra é grave e amplia a extensão para baixo, o que ajuda quem já sabe que vai tocar repertório moderno. A conta se paga na mão: a pestana tem 45 mm, a mais larga desta lista, contra 38 mm no mais estreito.

Em medida, a ficha é das melhores. Publica escala de 864 mm, pestana de 45 mm e largura de 67 mm na casa vinte e dois, espessura de braço em duas posições, 22 trastes medium, raio de 305 mm, espaçamento de 16,5 mm na ponte, afinação de fábrica corda a corda e encordoamento de .045 a .125. A marca é ainda uma das duas do levantamento que nomeiam o modelo do captador, no caso os humbuckers Dynamix H.

Agora a parte que derruba a colocação. A ficha declara os dois captadores como passivos e, no campo de equalizador, põe o Phat II EQ. Na mesma página, o bloco de recursos da própria Ibanez descreve o Phat II como um reforço de graves ativo. Circuito ativo funciona com pilha, e as palavras bateria e 9 V não aparecem em nenhum ponto da ficha. Quem ler só o campo de captação conclui que não há pilha, e vai descobrir o contrário quando o som sumir.

Há mais contradição na mesma página. A ponte aparece como B15 no campo de especificação e como B10 no bloco de recursos. E a mesma referência tem corpo de okoume e espelho de purpleheart na região que a Ibanez atribui ao Brasil, mas corpo de poplar e espelho de jatobá na região dos Estados Unidos. Não são acabamentos diferentes: são madeiras diferentes para o mesmo número de modelo, em dois sites oficiais do mesmo fabricante.

Uma última correção de anúncio: não existe tampo de nogueira neste baixo. O código WNF da marca quer dizer walnut flat, que é nome de cor. A ficha traz um campo único de corpo, em okoume, sem tampo nenhum. Peso, origem e garantia para o Brasil não são publicados, e o único termo de garantia no ar é o da filial americana, com atendimento declarado nos Estados Unidos.

Prós
  • Único de 5 cordas da lista, com afinação de fábrica publicada corda a corda
  • Pestana de 45 mm, escala de 864 mm, raio de 305 mm e espessura de braço em duas posições
  • Nomeia o modelo do captador, coisa que cinco das sete marcas não fazem
Contras
  • A ficha chama os dois captadores de passivos e põe no equalizador o Phat II, que a própria marca descreve como ativo: as palavras bateria e 9 V não constam em lugar nenhum
  • A ponte é B15 no campo de especificação e B10 no bloco de recursos, na mesma página
  • O corpo é okoume na região atribuída ao Brasil e poplar na região dos Estados Unidos, para a mesma referência
7º · Melhor Entrada Catalogada para o Brasil
Squier by Fender Sonic Precision Bass, 4 Cordas, Um Captador

Squier by Fender Sonic Precision Bass, 4 Cordas, Um Captador

4,4de 5 estrelas na Amazon(110 avaliações)Squier

O modelo de entrada que a Fender de fato cataloga para o Brasil, com um captador, dois controles e a chave do tensor dentro da caixa.

Melhor para: Quem quer o baixo com menos peça para ajustar e prefere comprar o que o fabricante assume vender aqui.

  • Modelo de entrada da Squier catalogado pela Fender para o Brasil
  • Dois controles apenas, volume e tone, o conjunto mais simples da lista junto com a Debut
  • Um captador split single-coil cerâmico no braço, sem captador na ponte
  • Chave do tensor de 4 mm sextavada, declarada como item incluso
  • Escala de 864 mm, pestana de 38,1 mm em osso sintético e raio de 241 mm

Nota 4,4 em 110 avaliações. A ordem das quatro linhas da Squier é Debut Collection, Sonic, Affinity e Classic Vibe, e quem estabelece isso é a própria Fender: o campo de série da ficha só nomeia a linha, sem ordenar nada.

A Debut é a entrada da entrada, mas há um detalhe que muda a leitura para quem compra no Brasil: a loja que a Fender serve ao país não lista nenhum modelo Debut. Entre os Precision Bass que ela cataloga aqui, este Sonic é o degrau mais baixo. Na prática, ele é o baixo de entrada que a marca assume vender para cá.

O corte em relação à Affinity está à vista. Há um único captador, o split do braço, e nada na ponte. Os controles são dois: volume geral e tone geral. O acabamento do braço é fosco também na cabeça, sem o verniz brilhante da linha de cima, e os trastes são de perfil narrow tall em vez de medium jumbo. Menos peça significa menos coisa para desregular, e para um primeiro instrumento isso conta.

Comparado com a Debut, que tem a mesma escala, o mesmo raio, o mesmo captador e a mesma pestana em milímetros, a diferença aparece no material: aqui a pestana é de osso sintético, e lá é de plástico. O acabamento do corpo é brilhante em vez de satin, e a chapa de braço traz a marca. São diferenças de ficha, não de opinião, e é para isso que esta página abre ficha.

As medidas publicadas são escala de 864 mm, pestana de 38,1 mm, raio de 241 mm, 20 trastes, ponte de quatro selas e encordoamento de .045 a .105. Vale a armadilha de cor de toda a Squier: o espelho muda conforme a variante, com indian laurel em duas cores e maple na terceira. E há um ponto raro a favor: a ficha declara que a chave sextavada de 4 mm do tensor acompanha o instrumento. Peso, país de fabricação e prazo de garantia para o Brasil seguem sem publicação.

Prós
  • Um volume e um tone: menos controle para desregular no começo
  • A chave de 4 mm do tensor vem declarada na ficha como item incluso
  • Pestana de 38,1 mm em osso sintético, escala de 864 mm e raio de 241 mm publicados
Contras
  • Menor nota desta lista entre os modelos com base de avaliações nas centenas, 4,4
  • Um captador só, sem nada na ponte, e apenas dois controles
  • Sem peso, sem origem e sem prazo de garantia com canal brasileiro
8º · Melhor Bateria Declarada na Ficha
Giannini Standard GB-200A TBL Contrabaixo 4 Cordas, Circuito Ativo 9 V

Giannini Standard GB-200A TBL Contrabaixo 4 Cordas, Circuito Ativo 9 V

5,0de 5 estrelas na Amazon(3 avaliações)Giannini

A ficha mais honesta do levantamento, e a única que diz o tipo da bateria de 9 V e ainda a manda dentro da caixa.

Melhor para: Quem quer circuito ativo já resolvido na caixa e valoriza o fabricante que assume o que está vendendo.

  • Bateria GF22 de 9 V incluída na caixa, declarada na lista de acompanhamentos
  • Circuito ativo com volume, balance, grave e agudo, e a tensão escrita na ficha
  • Escala de 864 mm, publicada em milímetros e em polegadas
  • Pestana de 38 mm em ABS preto e 24 trastes jumbo em alpaca
  • Corpo de poplar declarado como maciço e origem declarada como importada da China

Comece pelo que não sustenta: são apenas 3 avaliações, a menor base desta seleção inteira, contra 1.092 do primeiro colocado nesse quesito. Nota 5,0 apoiada em três opiniões não diz quase nada sobre confiabilidade, e é por isso que este instrumento fecha a lista, por mais forte que seja a ficha.

E a ficha é a mais forte do levantamento. Ela é a única das sete marcas que resolve, sozinha, a pergunta central desta página: declara sistema ativo de 9 V no campo de controles, escreve nos destaques que o circuito é ativo e que a bateria acompanha, e lista a bateria GF22 de 9 V entre os itens da caixa, junto com as chaves de ajuste de tensor e ponte e um cabo P10. Duas marcas em sete declaram a bateria na ficha, e uma em sete a inclui.

Também é a única que diz de onde o instrumento vem: produto importado da China, escrito com todas as letras pela própria Giannini. Uma em sete publica origem. E publica o comprimento de escala em milímetros, 864 mm, o que só quatro das sete fazem.

As medidas são escala de 864 mm, pestana de 38 mm em ABS preto, 24 trastes jumbo em alpaca, ponte cromada standard, tarraxas blindadas dois mais dois e braço de maple satinado com tensor bidirecional. O corpo é de poplar, declarado como maciço, condição que só três marcas do levantamento informam, e as três são brasileiras. A captação é um estilo Jazz e um estilo Precision, com ímãs cerâmicos.

Nem tudo fecha. O texto de série da mesma página afirma captação soapbar, formato que não é nem Jazz nem Precision, e contradiz o campo de especificação logo abaixo. O raio publicado é de 380 mm, enquanto o modelo irmão da mesma linha Standard publica 350 mm, sem explicação para a diferença. O prazo de garantia é de 3 meses, e o peso não aparece, como não aparece em nenhum dos 13 modelos com ficha do levantamento.

Prós
  • Declara o sistema ativo de 9 V na própria ficha e manda a bateria GF22 na caixa
  • Única da lista que declara a origem, importada da China, e publica escala de 864 mm em milímetros
  • Corpo de poplar declarado maciço, pestana de 38 mm e 24 trastes jumbo em alpaca
Contras
  • Apenas 3 avaliações: base pequena demais para sustentar colocação de topo
  • O texto de série da mesma página diz captação soapbar e contradiz o campo de especificação, que traz um estilo Jazz e um estilo Precision
  • O raio publicado é de 380 mm e o do modelo irmão da mesma linha é de 350 mm, sem explicação

Perguntas frequentes

Baixo ativo para de funcionar quando a pilha acaba?

Sim. O pré-amplificador do circuito ativo depende da pilha de 9 V, e sem ela o instrumento não passa sinal. Alguns modelos de faixa mais alta trazem chave que desvia o circuito e volta ao modo passivo, mas nenhum dos ativos desta lista publica essa chave na ficha. Das 7 marcas levantadas, só 1 manda a bateria dentro da caixa.

Como sei se um baixo é ativo se a ficha não diz?

Olhe os controles publicados. Volume e tone, ou dois volumes e um tone, indicam circuito passivo. Qualquer coisa que inclua grave, agudo, médio, equalizador ou balance indica pré-amplificador e, portanto, bateria. Duas das sete marcas do levantamento não dizem nada, e uma delas vende instrumento com reforço ativo descrito como passivo na ficha.

Por que o baixo mais avaliado da lista não ficou em primeiro lugar?

Porque a ficha dele é de outro mercado. A Squier Debut Collection tem 1.092 avaliações, mais que qualquer outro daqui, e a página oficial dela existe apenas na loja europeia da Fender, onde a linha inteira é rotulada como edição limitada. A loja que a Fender serve ao Brasil não lista nenhum modelo dessa linha, então garantia e conteúdo de caixa para cá simplesmente não existem em fonte do fabricante. Pela mesma régua, nota 5,0 apoiada em 3 avaliações também não sustenta topo de lista: o primeiro colocado tem 4,8 em 790.

Qual a diferença entre o Precision e o Jazz da mesma linha?

Na Squier Affinity, o Precision PJ tem um split single-coil no braço e um single-coil de Jazz na ponte, com pestana de 41,3 mm. O Jazz Bass tem dois single-coil de Jazz e pestana de 38,1 mm. Escala, trastes, raio, corpo e ponte são iguais. Os 3,2 mm de pestana são a diferença que a mão sente.

Tem baixo de escala curta nesta lista para quem tem a mão pequena?

Não. Os 13 modelos com ficha do levantamento publicam escala de 34 polegadas, ou 864 mm, sem exceção, e isso inclui os degraus mais baratos. O que varia é a largura da pestana, de 38 mm a 45 mm entre os oito daqui. Se escala curta for requisito, ela existe no catálogo de algumas marcas, mas nenhum modelo assim entrou nesta coleta.

Conclusão

Para quem está comprando o primeiro baixo e não quer administrar eletrônica, a indicação é o Yamaha TRBX174: melhor nota da lista, ficha detalhada e circuito passivo, sem pilha para acabar em hora ruim.

Quem quer equalizador no próprio instrumento tem dois caminhos. O Yamaha TRBX304 traz equalizador de 2 bandas e seletor de cinco posições, com a ressalva de que a pilha de 9 V só aparece no manual. O Giannini GB-200A tem base de avaliações pequena, três opiniões, mas é o único que declara a tensão na ficha e manda a bateria junto.

Para mão pequena, o Squier Affinity Jazz Bass, de pestana de 38,1 mm. Para mão grande, o Affinity Precision PJ, de 41,3 mm. Para a corda grave extra, o Ibanez GSR205, entrando com a pilha comprada à parte. Se o que pesa para você é comprar o que o fabricante assume vender aqui, o Squier Sonic Precision é o degrau de entrada catalogado para o Brasil; se o que pesa é o volume de opinião de quem já comprou, a Debut Collection lidera esse número e cobra a contrapartida de ter ficha só em loja estrangeira. Se o seu caminho for a guitarra em vez do baixo, a lista está em Melhores Guitarras para Iniciante.

Redação Villa-Lobos

Time que escreve o Villa-Lobos. Partimos da ficha que o fabricante publica sobre cada instrumento e a comparamos com o relato de quem já comprou, para dizer a quem serve cada modelo e o que muda quando o músico passa do primeiro instrumento para o segundo.

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Atualizado em 22/set

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